Na semana em que se comemora o Dia Mundial do Livro, Alvalade ressurge no panorama literário e na agenda cultural nacional, com uma semana dedicada à literatura, através do lançamento de uma rubrica de seis conversas, entre Carlos Vaz Marques e seis escritores portugueses. O Bairro de Alvalade, sobejamente conhecido como albergue de escritores e poetas de todos os tempos, transporta-se para as plataformas digitais, entre 19 e 24 de abril, com a Junta de Freguesia de Alvalade a apostar em Conversas Confinadas – rubrica publicada diariamente no Facebook e Instagram da autarquia, pelas 21H30. Carlos Vaz Marques é o rosto desta iniciativa, tendo utilizado as novas tecnologias, que nos unem em época de isolamento social, para gravar em vídeo seis conversas encantadoras com Gonçalo M. Tavares, Ana Margarida Carvalho, Adriana Lisboa, Bruno Vieira Amaral, José Luís Peixoto e Lídia Jorge. De domingo a sexta-feira, às 21H30, as redes sociais da Junta de Freguesia de Alvalade inundam-se ...
O Ser Humano tem medo do desconhecido...Neste aspecto, não concordo com GMT. As ligações , se saudáveis e empáticas, podem aumentar a confiança e o consolo. Apesar de separados devido ao contexto da pandemia, nunca precisamos tanto uns dos outros como agora
ResponderEliminarJoão,
ResponderEliminarEmbora concorde em absoluto consigo, também leio isto de outra maneira: quem possui (afetos, bens, conhecimentos, etc) tem medo de perder.
Seria necessário um desprendimento absoluto para se atingir esse tipo de liberdade.
Acho que a nossa liberdade ainda assim é uma escolha, mesmo quando se escolhe obedecer ou se escolhe ter relações que nos prendem e nos inquietam...
Abraço,
Daniela
Olá amigos,
ResponderEliminarTenho saudades vossas e daqueles belos dias na Póvoa. Tenho andado afastada por razões familiares, mas cá estou para vos dizer o que penso sobre isto:
A liberdade total é o NADA. E com Nada, do meu ponto de vista, não vale a pena viver.
A raposa do Principezinho quis criar laços para não viver na solidão (nem que essa não-solidão fosse apenas uma recordação) e eu sempre ouvi dizer que as raposas são muito espertas!
Beijinhos,
Ana
Plenamente de acordo, Ana Xavier
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